segunda-feira, 3 de setembro de 2012

SEXO ENTRE AMIGAS.......

Bom dia queridos,
hoje acordei muito excitada e me peguei logo pela manhã lembrando de uma amiguinha muito especial com quem estive ontem em um evento,tenho muito tesão nessa minha amiga,e espero que um dia aconteça algo entre nós.......esse tesão me levou a procurar algo para me fantasiar em uma situação com ela.
Entrei na net e comecei a pesquisar sobre histórias entre amigas e me deparei com esse conto que posto abaixo em um site chamado casa dos contos seu endereço é : http://www.casadoscontos.com.br/texto/2012081363

Espero que vcs gostem.....
bjs


Karina e Luísa, a primeira vez....

Autor: Lord Vader
Categoria: Heterossexual
Data: 29/08/2012 13:03:54









-Karina?
-Luísa? É você?
-Não credito, não acredito e não acredito...
-Você está linda, não mudou nada.
-Ah, que nada. Os anos fizeram muito mais bem a você.
-Que alegria!
-Fazem exatos 13 anos.
Estavamos com 17 para 18 anos , quando terminamos o colegial e Karina mudou-se para fora do país.
-Seus pais?
-Voc ê sabe como é. Vida de diplomata, sempre com a trouxa de roupa nas costas, daqui pra lá e de lá pra cá. Depois que voltamos da Europa, acabei me casando e fiquei este tempo morando em Brasília. Meu marido é funcionário da Receita e foi transferido para São Paulo. Estamos aqui não faz nem um mês. Estou tão feliz de te ver.
- Filhos?
- Um menino e uma menina, estão com 8 e 9 anos.
- Que delícia. Estou no segundo casamento. Estamos juntos faz 6 anos. Nada de filhos por enquanto.
Karina tinha ficado ainda mais bonita com o passar dos anos, continuava esguia, os olhos negros de uma vivacidade incrível, a pele bronzeada, os cabelos estavam mais curtos serviam de moldura para aquele rosto de uma beleza exótica ímpar. Continuava muito elegante, como sempre. Elegante e sexy. O vestido curto, terminava acima de seus joelhos de dar inveja à saudosa Nara Leão.
Senti um certo arrepio percorrer meu corpo, ao lembrar de quando nos despedimos pela última vez.
-Vem, vamos tomar um café e colocar o papo em dia. Convidou.
O shopping estava tranquilo naquela tarde e pudemos encontrar uma mesa que nos dava uma certa privacidade. Sentamos uma de frente para a outra , deixando a mesa à nossa lateral como apoio para o braço enquanto conversavamos. O papo corria animado, quando o inevitável aconteceu. Começamos a lembrar da nossa despedida...
Karina cruzou as pernas e pude ver que conservava o hábito de andar sem nada por baixo do vestido. Novamente me arrepiei por dentro.
Foi numa tarde quente de dezembro, 13 anos atrás, que nos despedimos. Tinhamos feito todo o colegial juntas e eramos amigas inseparáveis. Confidentes, cúmplices...
Havia uma certa tristeza no ar, en quanto conversavamos em seu quarto, sobre a viagem e nossa separação iminente. Karina se aproximou e pegou na minha mão e em um gesto carinhoso, nos encostamos uma à outra, deixando nossos rostos colados, como que tentando absorver ao máximo a energia daquele momento. Senti sua mão soltar-se da minha e segurar meu rosto de forma delicada, conduzindo-me a roçar em seus lábios carnudos. O mesmo arrepio de hoje, percorreu todo meu corpo. Fiquei surpresa; mas, ao mesmo tempo aquilo me excitava. Abrimos a boca e sem para o roçar de lábios deixamos nossas línguas se tocarem de leve. Foi tudo muito delicado e suave ao mesmo tempo que nos excitava e parecia tirar o chão sob nossos pés. O beijo foi longo, sensual. Não havia pressa. O tempo havia parado para nós.
Nos abraçamos e deixamos os corpos caírem na cama. Karina mais uma vez tomou a iniciativa e abriu minha blusa, tirando de um só golpe a camiseta que cobria seus seios nus. Tirou meu soutien e começou a beijar delicadamente meu biquinhos, que de tão duros pareciam querer explodir em gozo. Comecei a acariciar seus peitinhos enquanto ela lambia, beijava, chupava e me enlouquecia com boca.
Não tardei a gozar, sentindo que ia desfalecer de tanto prazer. Nunca havia sentido nada igual. Sem trocar palavra, seguiamos cúmplices, guiadas apenas pelo instinto.
Karina passou a chave na porta e despimos o que restava de nossas roupas. Como sempre, ela já estava sem calcinha quando tirou o shortinho que usava.
Nos enroscamos uma na outra, sentindo a pele macia das adolecentes que eramos, roçando todo nosso corpo. Ela já se depilava toda e a visão da sua bucetinha me excitou ainda mais. Eu tinha poucos pelos que esculpia com o aparelho de barbear, na marca do biquini.
Nos beijavamos muito. Sua boca desceu pelos meus seios até chegar no meu sexo. Senti sua linguinha dançando sobre meu grelinho duro, que por sinal é bem avantajado. Era possível perceber meu nectar escorrendo pela vagina, para saciar aquela boca gulosa, que me sugava inteira.
Lentamente Karina foi se movendo sobre a cama, sem deixar de me chupar deliciosamente, até que seu corpo se colocou sobre mim no sentido inverso. Pela primeira vez , senti o gosto de outra mulher em minha boca. Eu tinha o hábito de lamber meu dedos durante a masturbação; mas, o gosto de outra fêmea era algo inebriante. Continuamos o delicioso 69 até gozarmos uma na boca da outra.
Sem dizer palavra, nossos corpos ficaram colados até recuperarmos o folego novamente.
Voltamos a nos beijar, dividindo o nectar que havíamos sorvido uma da outra e que ainda molhava nossos lábios. Tudo era muito intenso.
Deitei com o bumbum para cima e Karina se deitou sobre mim. Eu podia sentir o peso de seu corpo e seu púbis roçando na minha bundinha arrebitada para ela. Começamos a nos mover, como se fosse ela um macho a me possuir. Ficamos assim até eu quase gozar novamente. Ela beijava minha nuca, minhas costas e assim foi descendo até encontrar meu cuzinho. Eu apertava as nádegas, dificultando sua incursão, até que não pude mais resistir e sua língua me invadiu, provocando novas sensações que eu desconhecia. Ela me lambia, chupava, beijava, deixando meu cuzinho molhado e excitado. Senti seu dedo me invadindo. Não havia dor, só prazer. Ela parecia saber muito bem como fazer aquilo.
Sem tirar o dedo do meu cu ela fez com que eu me virasse e com a outra mão começou a me masturbar, até que gozei loucamente, abafando meus gemidos que não podiam sair pela porta a fora. Uma loucura, uma deliciosa loucura...
Continuamos nos acariciando, tocando, beijando e gozando por horas, até que nos demos conta do tempo, que inadvertidamente tinha voltado a correr.
Tomamos um banho no banheiro da sua suíte e, agora refeitas, nos vestimos e conversamos sobre aquela experiência incrível e de como iríamos sentir saudades uma da outra após a sua partida.
- Então você lembra?
- E como poderia esquecer?
- Até hoje me masturbo lembrando cada momento daquela tarde.
- So do I.
Ficara tarde e tínhamos que nos despedir. Trocamos telefones e endereços. Ela ia ficar por pelo menos três anos por aqui.
Não demorou muito para repetirmos a inesquecível experiência da nossa adolecência. Enquanto ela ficou em São Paulo, nos encontravamos regularmente para desfrutar do prazer que havíamos provado 13 anos atrás.








Um comentário:

  1. tenho uma gata que tem a maior vontade de chupar uma chaninha, ainda não tivemos sorte, somos muito discreto e queremos algo especial a tres. sempre que fazemos amor ela me lembra desse detalhe, uma chaninha para ela saborear enquanto faço amor com ela

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Obrigada por deixar seu recadinho,em breve responderei!

bjs